
Ao mesmo tempo, vimos também repudiar a violência e insegurança que assola nosso Estado, chegando até as comunidades tradicionais pesqueiras.
Joca, um apaixonado pela Pesca Artesanal sempre esteve em nossa luta por território livre, em comunhão com as comunidades pesqueiras e as lutas pela preservação da cultura da pesca e da biodiversidade marinha. Amante e defensor da cultura e dos modos de vida da população tradicional, sempre se engajou destemidamente nessas lutas.
Atualmente estava envolvido em defesa da Prainha de Cotovelo para manter sua tradicionalidade pesqueira e sua simplicidade natural. A mesma Prainha que sofre especulação imobiliária e ameaça as suas falésias através de propostas de mudanças da Lei da ZPA 4 e empreendimentos que pretendem ali se instalar.
Quem matou Joca? Porque ele foi assassinado se já tinha sido entregue o que lhe foi pedido? É a pergunta que todos e todas fazemos e cobramos das autoridades competentes a investigação e elucidação sobre o caso o quanto antes, confiantes nas Instituições de Segurança e nos mecanismos de investigação do Estado.
Deus o acolha em Sua imensa ternura e compaixão e aos que ficamos que sejamos consolados no esperançar da vida, Naquele que é Vida Plena e Senhor da história.


